Por vezes, as pessoas desaparecem mesmo à frente dos nossos olhos. Por vezes, os outros encontram-nos, mesmo que tenham estado a olhar para nós durante todo o tempo. Por vezes, perdemos o contacto connosco próprios, porque não estávamos suficientemente atentos.
(…)
De vez em quando, todos nós nos perdemos, às vezes devido a forças que estão fora do nosso controlo. Quando descobrimos aquilo de que a nossa alma precisa, o caminho apresenta-se sem esforço à nossa frente. Por vezes, vemos a saída, mas mesmo assim desviamo-nos para mais longe e mais fundo apesar do que sabemos; o medo, a raiva ou a tristeza são o que nos impede de regressar. Por vezes, preferimos andar pedidos a vaguear, porque por vezes é mais fácil. Outras vezes acabamos por encontrar nosso caminho. Mas seja qual for o caso, somos sempre encontrados por alguém.
Cecelia Ahern, Um lugar chamado aqui
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De vez em quando, todos nós nos perdemos, às vezes devido a forças que estão fora do nosso controlo. Quando descobrimos aquilo de que a nossa alma precisa, o caminho apresenta-se sem esforço à nossa frente. Por vezes, vemos a saída, mas mesmo assim desviamo-nos para mais longe e mais fundo apesar do que sabemos; o medo, a raiva ou a tristeza são o que nos impede de regressar. Por vezes, preferimos andar pedidos a vaguear, porque por vezes é mais fácil. Outras vezes acabamos por encontrar nosso caminho. Mas seja qual for o caso, somos sempre encontrados por alguém.
Cecelia Ahern, Um lugar chamado aqui











